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PARALISAÇÃO

Trabalhadores do transporte coletivo fazem paralisação na Grande Florianópolis

Motoristas e cobradores interromperam os trabalhos como forma de aviso

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Trabalhadores do transporte coletivo fazem paralisação na Grande Florianópolis
Paralisação durou das 5h às 6h e está em processo de retomada das linhas | Foto:

Trabalhadores das empresas Jotur, Santo Amaro da Imperatriz, Biguaçu e Santa Terezinha fizeram uma paralisação na Grande Florianópolis, como forma de aviso. Motoristas e cobradores interromperam o transporte coletivo e impediram a saída dos ônibus da garagem na manhã desta terça-feira (10), das 5h às 6h.

Segundo o secretário de Comunicação e Imprensa do Sindicato do Trabalhadores do Transporte Urbano (Sintraturb), Dionísio Linder, a reivindicação é pelo reajuste salarial. “Nós queremos forçar a abertura pela negociação, como acontece já em Florianópolis, e impedir a divisão da categoria.”

A partir das 6h, o transporte coletivo na Grande Florianópolis está em processo de retomada. Linhas devem atrasar nas próximas horas.

Por meio de nota, a Jotur afirma que considera a reivindicação dos trabalhadores justa, mas “as empresas estão com dificuldade de repassar os valores que estão sendo solicitados nas negociações”. A empresa ainda reitera que o transporte coletivo urbano segue em crise devido às medidas adotadas pelo poder público para combater a pandemia de Covid-19.

Usuários do transporte coletivo se manifestaram nas redes sociais:

*Notícia em atualização

Leia a nota da Jotur na íntegra

Sobre a paralisação de funcionários das empresas de transporte coletivo convocada pelo Sintraturb, a Jotur informa que:

Maio é mês de dissídio da categoria e os sindicatos profissionais e patronais estão em negociação, especialmente com relação a reajustes de salários.

A Jotur entende que o pleito dos trabalhadores por aumento salarial é justo, porém, as empresas estão com dificuldade de repassar os valores que estão sendo solicitados nas negociações.

O cenário anda é de crise no setor de transporte coletivo urbano, em função dos reflexos na economia do país, das medidas adotadas pelo poder público para enfrentamento da pandemia de Covid-19.

As tarifas estão congeladas desde 2019. O preço do combustível praticamente dobrou neste período. Antes da pandemia, a Jotur rodava, por exemplo, 120 carros para atender 52 mil passageiros por dia; hoje, são 105 carros para transportar 35 mil passageiros. Ou seja: o percentual de ônibus rodando em relação ao número de passageiros, hoje, é maior. Mesmo diante das dificuldades, a empresa vem ampliando sistematicamente os horários em todas as linhas, conforme a demanda exige.

Todo esse contexto contribui para um cenário ainda instável. Mas as negociações continuam e a Jotur espera que o desfecho seja o melhor possível, com um consenso entre os anseios da classe profissional e a realidade das empresas.

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