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Cenário crítico

Temporais deixam 46 mortos e 21 desaparecidos em Minas Gerais

Deslizamentos e alagamentos atingem principalmente Juiz de Fora e Ubá

• Atualizado

Redação

Por Redação

Temporais deixam 46 mortos e 21 desaparecidos em Minas Gerais – Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Temporais deixam 46 mortos e 21 desaparecidos em Minas Gerais – Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Subiu para 46 o número de mortes causadas pelos temporais e deslizamentos de terra que atingem a Zona da Mata Mineira desde a segunda-feira (23). De acordo com o balanço mais recente do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, são 40 vítimas fatais em Juiz de Fora e seis em Ubá.

As buscas continuam em oito áreas dos dois municípios, já que pelo menos 21 pessoas seguem desaparecidas.

Em Juiz de Fora, 3 mil pessoas estão desabrigadas e 400 desalojadas. Já em Ubá, são 26 desabrigados e 178 desalojados. São consideradas desabrigadas as pessoas que perderam as casas e estão em abrigos públicos. Já as desalojadas não necessariamente perderam as moradias, mas precisaram se abrigar temporariamente na casa de amigos ou familiares.

Vizinha às cidades mais atingidas, Matias Barbosa também enfrenta graves impactos. O município sofre com alagamentos, teve os serviços de educação e saúde suspensos e decretou estado de calamidade pública por causa das fortes chuvas. Imagens aéreas mostram a cidade completamente alagada.

Alerta de mais chuvas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de grande perigo para chuvas na Zona da Mata mineira até as 23h59 de sexta-feira (27).

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) avalia como muito alta a possibilidade de permanência ou de novas ocorrências de enxurradas, alagamentos em áreas com drenagem deficiente e inundações em Juiz de Fora.

Apoio federal

A Defesa Civil Nacional enviou na manhã de terça-feira (24) oito técnicos especialistas do Grupo de Apoio a Desastres (Gade) para atuar na região. Os profissionais vão colaborar para acelerar as ações de assistência humanitária, o restabelecimento de serviços essenciais e a reconstrução das cidades atingidas.

Equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e do Departamento de Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde também prestam atendimento à população afetada.

O governo federal reconheceu, na manhã de terça-feira (24), o estado de calamidade pública em Juiz de Fora.

*Com informações de Agência Brasil.


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