El Niño pode ganhar força nos próximos meses
Se confirmado, fenômeno deve trazer mudanças nos padrões climáticos do Sul do Brasil
• Atualizado
Os próximos meses exigem alerta para a possível formação de um El Niño. O Oceano Pacífico equatorial está aquecendo e esse movimento pode alterar os padrões climáticos.
As regiões Niño 4 e Niño 3 registraram -0,1ºC e -0,4ºC, respectivamente, enquanto o Niño 1+2 já atingiu +0,5ºC, indicando a presença de um El Niño Costeiro.
O boletim publicado pela Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), aponta uma “bolha de água quente” se intensificando nas águas subsuperficiais e emergindo em direção à superfície.
O Meteored informou que, caso seja confirmado até o outono, o El Niño pode provocar temperaturas acima da média no Brasil, com menos episódios de frio e mais chuvas na região Sul.
Já a Amazônia e parte do Nordeste podem apresentar redução das chuvas e aumento da duração da estação seca.
Como o aquecimento já é maior na região Niño 1+2, o fenômeno pode começar como um El Niño costeiro antes de se consolidar no Pacífico central, com efeitos irregulares no Brasil.
De acordo com o Meteored, os próximos meses serão decisivos para saber se ele vai ganhar força e influenciar o inverno de 2026.
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