Equatorial convoca 1,45 milhão para garantir isenção na conta de luz
As famílias têm até 31 de dezembro para regularizar as informações.
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O Grupo Equatorial Energia informou que cerca de 1,45 milhão de clientes de baixa renda precisam atualizar o cadastro para manter a isenção na conta de luz prevista pela tarifa social. A medida atinge consumidores atendidos em sete estados e faz parte de uma revisão obrigatória do benefício.
Segundo a empresa, o grupo de famílias representa 35% dos 4,15 milhões de beneficiários da tarifa social nas áreas de concessão, que incluem Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Amapá, Rio Grande do Sul e Goiás.
A atualização cadastral atende às regras do programa federal Luz do Povo, regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica. O objetivo é garantir que apenas consumidores que atendem aos critérios continuem com o desconto ou isenção.
Desde fevereiro, a Equatorial iniciou uma campanha de comunicação para alertar os clientes. As notificações são enviadas por WhatsApp e e-mail, além de contato por carta ou visita presencial em casos sem cadastro digital.
Para manter o benefício, o responsável pela conta deve estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), base de dados do Governo Federal para famílias de baixa renda, com endereço compatível ao da conta de energia.
As famílias têm até 31 de dezembro para regularizar as informações. Caso contrário, o benefício poderá ser suspenso. Quando houver divergências, será necessário atualizar o CadÚnico, ajustar a titularidade da conta ou transferir o benefício para outra unidade vinculada à família.
As atualizações devem ser feitas em unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do município.
Quem tem direito
A tarifa social é destinada a famílias com renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo. Em 2026, o valor é de R$ 1.621. Nesses casos, há isenção para consumo de até 80 kWh por mês.
Famílias com renda entre meio e um salário mínimo por pessoa têm direito a descontos parciais para consumo de até 120 kWh mensais. O benefício também atende quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de indígenas e quilombolas de baixa renda.
*Com informações de Agência Brasil
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