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Combate à pedofilia

Suspeito de armazenar material de abuso infantil é preso em SC

Mandados de busca foram cumpridos em endereço de investigado. Suspeito foi preso em flagrante durante a operação

• Atualizado

Ricardo Souza

Por Ricardo Souza

Suspeito de armazenar material de abuso infantil é preso em SC- Foto: MPSC/GAECO
Suspeito de armazenar material de abuso infantil é preso em SC- Foto: MPSC/GAECO

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público de Santa Catarina deflagrou, nesta sexta-feira (27), a Operação Guardião, com foco no combate a crimes de abuso sexual infantojuvenil no ambiente digital. A ação foi coordenada pelo CyberGAECO e ocorreu em apoio à 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itajaí.

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em um endereço ligado a um investigado residente no município. Segundo o MPSC, ele é suspeito de armazenar material ilícito relacionado à exploração sexual de crianças e adolescentes.

No cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e mídias de armazenamento, que passarão por perícia técnica para análise e extração de dados. Ainda conforme o órgão, durante as diligências foi constatado o armazenamento de conteúdo relacionado a abuso sexual infantojuvenil, o que resultou na prisão em flagrante do investigado.

Esta é a segunda operação realizada pelo GAECO do MPSC nesta semana com foco nesse tipo de crime. Na terça-feira (24), durante a Operação Vigilans, dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos em municípios da região do Vale, também ligados à prática de crimes semelhantes.

De acordo com o Ministério Público, ações como essa fazem parte da atuação permanente da instituição no enfrentamento a crimes cibernéticos que vitimam crianças e adolescentes, reforçando o compromisso com a proteção integral desse público.

O nome “Guardião” foi escolhido para simbolizar a defesa da infância e a continuidade do trabalho de proteção contra a exploração sexual infantojuvenil. A investigação tramita em sigilo e novas informações devem ser divulgadas após a liberação judicial.

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