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Caso investigado

Subsecretário do RJ é exonerado após filho ser acusado de estupro coletivo

Quatro jovens maiores de 18 anos foram indiciados, e um adolescente responde por ato infracional

• Atualizado

Redação

Por Redação

Subsecretário do RJ será exonerado após filho ser acusado de estupro coletivo – Imagem: reprodução/ SBT
Subsecretário do RJ será exonerado após filho ser acusado de estupro coletivo – Imagem: reprodução/ SBT

O subsecretário José Carlos Simonin, do governo do Rio de Janeiro, foi exonerado nesta terça-feira (3). Ele é pai de Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, acusado de participação no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, na zona sul da capital.

Em nota, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos informou que a decisão foi tomada na esfera administrativa para preservar a integridade institucional e garantir a condução responsável dos fatos.

Segundo a investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o crime teria ocorrido no apartamento de Vitor Hugo, que estava vazio e disponível para aluguel. Além dele, um adolescente de 17 anos também é investigado. Ambos eram estudantes do Colégio Pedro II, que informou ter aberto processo administrativo para expulsão dos dois.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou, na sexta-feira (27), quatro jovens maiores de 18 anos envolvidos no caso. O adolescente de 17 anos também é investigado e responderá por ato infracional análogo ao crime de estupro. Por ser menor de idade, ele teve a identidade preservada, conforme determina a legislação.

De acordo com a investigação, a vítima relatou que recebeu uma mensagem de um dos adolescentes, colega de escola, convidando-a para ir ao apartamento de um amigo. Ao chegar ao prédio, o jovem teria insinuado que fariam “algo diferente”, o que foi recusado pela adolescente. Os dois foram para um quarto e iniciaram relação sexual.

Em determinado momento, os demais suspeitos entraram no cômodo e passaram a pressionar a vítima para que ela mantivesse relações com todos. Diante da recusa, segundo a polícia, os jovens teriam tirado a roupa e praticado os atos sem o consentimento da adolescente. Ela relatou ainda ter sido agredida e impedida de sair do local.

O exame de corpo de delito apontou hemorragia e escoriações. O caso segue sob investigação.

*Com informações de SBT News.

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