Operação apreende falsificados em Chapecó
Foi confirmada a origem ilícita de diversos produtos, muitos deles de fabricação estrangeira
• Atualizado
Uma força-tarefa iniciou nesta quinta-feira (26) uma operação contra à venda de produtos falsificados em Chapecó e já apreendeu milhares de itens ilegais, incluindo roupas, calçados e acessórios de marcas famosas.
A ação conjunta envolve Polícia Civil, Receita Federal, Receita Estadual, Procon e Guarda Municipal, com fiscalizações em andamento e sem previsão de término. Até o momento, já foi confirmada a origem ilícita de diversos produtos, muitos deles de fabricação estrangeira.
Representantes de empresas prejudicadas acompanharam as investigações, que auxiliam na identificação dos itens falsificados.
Os materiais apreendidos foram recolhidos pelos órgãos de fiscalização e servirão de base para investigações administrativas, tributárias e criminais. A operação faz parte de uma estratégia de combate ao comércio ilegal e à concorrência desleal, além de proteger os consumidores.
Operação no comércio ilegal de produtos esportivos
A ação desta quarta-feira também remete a uma operação semelhante realizada em Chapecó no início de 2026, quando as autoridades focaram no combate à venda de produtos esportivos falsificados, especialmente camisas de futebol.
Na ocasião, itens ligados a clubes e ligas, como Associação Chapecoense de Futebol e produtos associados à NBA e à Major League Baseball, estavam entre os materiais apreendidos.
Na operação anterior, mais de 1,5 mil produtos irregulares foram recolhidos e diversas pessoas acabaram presas por envolvimento no comércio ilegal. Assim como na ação atual, o objetivo foi coibir a pirataria, proteger marcas e garantir os direitos do consumidor, diante da comercialização de itens sem procedência e fora das normas legais.
Possíveis punições para o crime
A comercialização de produtos falsificados é considerada crime no Brasil, pois viola direitos de propriedade industrial e causa prejuízos tanto às marcas quanto aos consumidores.
Segundo a lei, os envolvidos podem ser enquadrados também por crime contra as relações de consumo e até por receptação, caso fique comprovado que tinham conhecimento da origem ilícita dos produtos. As penas podem incluir multa e detenção, além da apreensão das mercadorias e possíveis sanções administrativas.
Novas informações sobre a operação devem ser divulgadas após a conclusão da investigação policial e a consolidação dos dados pelas autoridades envolvidas.
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