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Mulher é presa por enviar vídeo da filha sendo abusada para piloto

Segundo a polícia, suspeita enviou imagens de abuso da filha ao piloto

• Atualizado

Redação

Por Redação

Foto: Freepik/Ilustrativa
Foto: Freepik/Ilustrativa

Uma mulher de 29 anos foi presa nesta terça-feira (10) suspeita de integrar a mesma rede de exploração sexual infantil ligada ao piloto de avião Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos. Segundo as investigações, ela teria enviado ao piloto vídeos de abuso contra a própria filha de 2 anos.

A prisão ocorreu na região de Marataízes, no Espírito Santo, durante a segunda fase da Operação Apertem os Cintos, que apura a atuação de uma rede criminosa voltada à exploração sexual de crianças e adolescentes.

De acordo com a Polícia Civil, conversas e outros elementos reunidos na investigação indicam a prática de estupro de vulnerável. Os vídeos teriam sido encomendados pelo piloto, que é apontado como líder do grupo. Também há indícios de que um encontro entre o homem e a criança estava sendo planejado.

A mulher é suspeita de participar de crimes como estupro de vulnerável, exploração sexual infantil e produção, compartilhamento e comercialização de material de abuso sexual envolvendo menores. Na primeira fase da operação, além do piloto, outras três mulheres já haviam sido presas.

Abusos em troca de pagamentos

Segundo a investigação, Lopes usava um método para se aproximar das vítimas. Mesmo sendo casado, ele abordava mulheres, perguntava se elas tinham filhos e dizia que não via problema em manter um relacionamento extraconjugal.

A polícia afirma que os crimes eram cometidos havia mais de oito anos e que pelo menos 10 menores foram vítimas. Em outubro do ano passado, o piloto teria pago entre R$ 50 e R$ 100 para mães e avós de meninas permitirem os abusos.

Ele também é suspeito de chefiar uma rede estruturada de exploração sexual infantil com participação de outros homens. Celulares apreendidos serão periciados para tentar identificar novos envolvidos.

Prisão dentro de avião

Sérgio Antônio Lopes foi preso temporariamente no início de fevereiro dentro da cabine de um avião no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A abordagem aconteceu durante os procedimentos de embarque do voo LA3900, que sairia de São Paulo para o Rio de Janeiro.

A prisão foi realizada pela Polícia Civil no âmbito da Operação Apertem os Cintos, conduzida pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia. Na ocasião, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão contra quatro investigados em São Paulo e em Guararema, na região metropolitana.

Entre os presos estava uma mulher de 55 anos, suspeita de ter recebido dinheiro para permitir abusos contra duas netas. Segundo a investigação, as meninas tinham 11 anos quando os crimes começaram.

O inquérito policial foi aberto em outubro de 2025. Desde então, três vítimas foram identificadas, com idades de 11, 12 e 15 anos.

Posicionamento da companhia aérea

Em nota, a Latam informou que Sérgio Antônio Lopes não faz mais parte do quadro de colaboradores da companhia. A empresa afirmou que adota política de tolerância zero para condutas que desrespeitem seus valores e declarou que permanece à disposição das autoridades.

*Com informações de Metrópoles.

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