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INVESTIGAÇÃO

MPSC atua no caso de cadela enterrada viva em Joinville

Cadela foi encontrada no dia 6 de fevereiro, ofegante e coberta por terra

• Atualizado

Redação

Por Redação

Foto 1: Prefeitura de Joinville/Reprodução | Foto 2: Polícia Civil/Reprodução
Foto 1: Prefeitura de Joinville/Reprodução | Foto 2: Polícia Civil/Reprodução

O Ministério Público de Santa Catarina acompanha o caso da cadela Bonnie, encontrada enterrada viva no dia 6 de fevereiro de 2026, em um condomínio de Joinville. O mandado de busca e apreensão foi cumprido pela Polícia Civil em 24 de fevereiro de 2026.

De acordo com a 21ª Promotoria de Justiça, um morador da região ouviu os latidos da cadela e conseguiu desenterrá-la antes de solicitar o resgate, no bairro Jardim Paraíso. 

O Centro de Bem-Estar Animal (CBEA) foi acionado para atender o caso e, no local, a equipe encontrou  Bonnie em situação de maus-tratos.

Após exames clínicos, radiográficos e ultrassonográficos, foi possível constatar que a cadela estava prenha de aproximadamente cinco filhotes e apresentava quadro clínico compatível com sofrimento intenso e prolongado. 

Segundo o MPSC, o animal foi encaminhado para atendimento emergencial em uma clínica conveniada ao CBEA e segue em tratamento.

O relatório veterinário apontou que a cadela chegou em estado de choque, hiperventilando e com rigidez nos membros. Durante o atendimento, a temperatura corporal variou rapidamente devido à sedação e ao estado clínico grave. Os exames indicaram prenhez recente, hepatopatia e sinais de comprometimento orgânico. 

Diligências

Depois de ser notificada, a 21ª Promotoria de Justiça da Comarca de Joinville passou a acompanhar o caso.

Segundo a Promotora Simone Cristina Schultz, no dia 11 de fevereiro, a Delegacia de Proteção Animal solicitou pela expedição de mandado de busca e apreensão contra o suspeito do crime. O pedido teve parecer favorável no mesmo dia e foi deferido no dia seguinte pela Justiça.

“Agora, aguardamos a finalização das diligências para adoção das providências legais cabíveis”, afirmou a Promotora de Justiça.

A mãe e os filhotes deverão ser disponibilizados para adoção após a recuperação completa. 

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