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CÃO ORELHA

Justiça de SC autoriza e corpo de cão Orelha é exumado

Exumação ocorreu após Justiça atender pedidos do MPSC para novas diligências do caso. Laudo deve ficar pronto em até 10 dias

• Atualizado

Estadão Conteúdo

Por Estadão Conteúdo

Justiça de SC autoriza e corpo de cão Orelha é exumado – Foto: Divulgação/Redes Sociais
Justiça de SC autoriza e corpo de cão Orelha é exumado – Foto: Divulgação/Redes Sociais

A Justiça de Santa Catarina autorizou a exumação do corpo do cãozinho comunitário Orelha, morto na Praia Brava, em Florianópolis, no início de janeiro. A reportagem apurou que o procedimento já foi realizado pela Polícia Científica, mas, como o caso tramita em segredo de Justiça, outros detalhes, como a data da análise do corpo e possíveis resultados, não foram informados.

As investigações seguem avançando para o caso ser enviado à Justiça. A exumação foi um pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), que fez a solicitação do procedimento na última segunda-feira (9), “para a realização de perícia direta”.

Após a Polícia Civil concluir as investigações e enviar o caso para o MP-SC, a 10ª Promotoria de Justiça de Florianópolis, da área da Infância e Juventude, e a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, apontaram para a necessidade de maiores esclarecimentos sobre caso.

O pedido pela exumação do Orelha partiu da 10ª Promotoria, que solicitou o aprofundamento de diligências relacionadas a quatro boletins de ocorrência.

Já a 2ª Promotoria de Justiça estipulou prazo de 20 dias para os investigadores colherem novos depoimentos e apurarem se houve ou não coação no curso do processo.

Além do pedido de internação de um adolescente, suposto agressor, a polícia indiciou três adultos suspeitos de coagirem testemunhas no caso.

Em nota, o governo de Santa Catarina informou que a Polícia Civil e a Polícia Científica “têm se empenhando ao máximo para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a Justiça junto com as demais provas já obtidas nas investigações da morte do Cão Orelha e dos maus tratos ao Cão Caramelo”.

Caramelo é outro cachorro comunitário que, segundo as investigações, também foi agredido na mesma praia e no mesmo mês. Na ocasião, o animal sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral Ulisses Gabriel.

*Com informações do Estadão.

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