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ESPERA POR LIBERAÇÃO

Família reclama de demora para liberar corpo de corretora assassinada em SC

De acordo com a família, o IML está "sem qualquer informação concreta junto à Polícia ou IML sobre a liberação do corpo"

• Atualizado

Pedro Corrêa

Por Pedro Corrêa

Família reclama de demora para liberar corpo de corretora assassinada em SC | Foto: Redes Sociais/Reprodução
Família reclama de demora para liberar corpo de corretora assassinada em SC | Foto: Redes Sociais/Reprodução

A família da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, afirma que está com dificuldades para conseguir liberação do corpo da vítima. Segundo um post dos irmãos de Luciani nas redes sociais, a família ainda não conseguiu realizar o velório e o sepultamento da corretora.

De acordo com a família, o IML está “sem qualquer informação concreta junto à Polícia ou IML sobre a liberação do corpo”, no post, os irmão lembram que estão há duas semanas tentando obter informações inclusive sobre a casa onde a corretora residia, em Ingleses, no Norte da Ilha de Santa Catarina. A liberação depende da conclusão de procedimentos legais e periciais, comuns em casos de morte violenta.

Segundo o post, a situação tem gerado ainda mais sofrimento. A espera foi definida como um “luto interrompido”, já que, mesmo duas semanss após o crime, ainda não foi possível organizar a cerimônia fúnebre.

O que diz a Polícia Científica

Em nota oficial, a Polícia Científica de Santa Catarina informou que o corpo foi encontrado de forma fragmentada, com partes localizadas e enviadas para análise em momentos diferentes. Por isso, foi necessário reunir todo o material antes de concluir a perícia.

Segundo o órgão, “os procedimentos técnicos priorizaram a reunião e análise conjunta de todos os fragmentos”, o que permitiu confirmar que todas as partes pertencem à mesma pessoa.

A Polícia Científica explica também que esse método é fundamental para garantir precisão no trabalho e evitar erros. “A adoção desse protocolo é fundamental para assegurar a correta identificação e evitar a necessidade de exames separados para cada parte”, informou.

O processo também busca permitir que o corpo seja devolvido à família da forma mais completa possível. “O procedimento visa resguardar a dignidade da vítima e possibilitar a restituição do corpo”, diz a nota.

A polícia informa ainda que amostras do corpo de Luciani Aparecida Estivalet Freitas seguem em análise para confirmar a identificação e verificar a presença de substâncias no organismo. O prazo para conclusão desses exames é de 20 a 40 dias.

O caso segue em investigação pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias da morte. Até o momento, não há previsão para a liberação do corpo.

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