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VÍTIMA IDENTIFICADA

Corpo carbonizado é encontrado dentro de carro em SC

Três homens foram presos e confessaram o crime

• Atualizado

Sarah Falcão

Por Sarah Falcão

Foto: CBMSC/Reprodução
Foto: CBMSC/Reprodução

Um corpo carbonizado foi encontrado dentro de um carro na manhã desta segunda-feira (23), na região da Pedra do Frade, em Laguna, no Sul de Santa Catarina. De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Jair de Bem Figueiredo, de 47 anos.

O caso foi registrado por volta das 7h30, na Praia do Gi. Ao chegar no local, o Corpo de Bombeiros Militar encontrou um veículo Chevrolet Tracker totalmente tomado pelas chamas.

  • Corpo carbonizado é encontrado dentro de carro em SC (1)
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As equipes iniciaram o combate ao incêndio e, após o controle do fogo, localizaram um corpo carbonizado no banco traseiro do carro.

Diante dos fatos, a Polícia Civil, a Polícia Científica e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para os procedimentos necessários.

Prisão dos suspeitos e identificação da vítima

Poucas horas após a localização do corpo, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Laguna, prendeu em flagrante três homens, com idades de 19, 20 e 24 anos, pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

A Polícia Civil identificou o dono do carro e realizou buscas na residência da vítima. No local, no bairro Mar Grosso, as equipes encontraram o imóvel aberto, com sinais de violência e vestígios de sangue.

Com base em monitoramento, depoimento e análise de evidências, a unidade especializada identificou o paradeiro dos suspeitos, que foram localizados e detidos no bairro Esperança.

Os três suspeitos confessaram a participação no crime durante o interrogatório. Um dos envolvidos, de 19 anos, afirmou que o objetivo seria intimidar a vítima por supostos abusos sofridos no passado.

Segundo a PCSC, a situação evoluiu para o assassinato de Jair, cometido por esfaqueamento dentro da residência.

Após a morte, o grupo utilizou o próprio carro da vítima para transportar o corpo até a Pedra do Frade, onde atearam fogo no automóvel na tentativa de destruir provas e dificultar a identificação da autoria.

Apesar das alegações apresentadas pelos suspeitos, testemunhas relataram à Polícia Civil que o homem estaria sendo vítima de extorsão por conta de relacionamentos homoafetivos.

O caso segue sob investigação para identificar outros possíveis suspeitos do crime.

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