Coronel preso por feminicídio pode ser expulso da PM
A medida depende do andamento das investigações e da eventual conclusão do procedimento interno da PM.
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O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, preso pela morte da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, de 32, pode ser expulso da Polícia Militar de São Paulo. A possibilidade é analisada pelo comando da corporação, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP).
Além da expulsão, outro caminho avaliado no processo administrativo é a demissão do oficial. A medida depende do andamento das investigações e da eventual conclusão do procedimento interno da PM.
De acordo com laudos periciais, a versão de suicídio apresentada inicialmente pelo marido foi descartada. As análises indicaram que a dinâmica da morte é incompatível com a hipótese levantada por ele. Também foram identificados indícios de possível alteração na cena do crime.
A vítima foi encontrada com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal morava, no bairro do Brás, região central de São Paulo. Diante dos elementos reunidos, o oficial passou a ser investigado por feminicídio e fraude processual.
A prisão de Geraldo Leite Rosa Neto foi solicitada pela Polícia Civil em 17 de março, após a conclusão dos laudos. Ele foi detido na manhã do dia seguinte, em um condomínio residencial em São José dos Campos, no interior paulista, exatamente um mês após a morte da esposa.
O caso segue sob investigação, enquanto a Polícia Militar avalia as medidas administrativas cabíveis.
*Com informações do portal Metrópoles
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