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SUSPEITA DE SAIR DO PAÍS

Caso Orelha: Polícia de SC pede apreensão do passaporte de adolescente

Suspeita é que adolescente poderia viajar para fora do país em meio ao processo. Envolvido na morte do cão Orelha, ele é alvo de pedido de internação provisória

• Atualizado

Danilo Duarte

Por Danilo Duarte

Polícia Civil finalizou inquérito do Caso Orelha e pediu internação de provisória de um dos adolescentes | Foto: reprodução/ Redes Sociais
Polícia Civil finalizou inquérito do Caso Orelha e pediu internação de provisória de um dos adolescentes | Foto: reprodução/ Redes Sociais

A Polícia Civil de Santa Catarina pediu à Justiça a apreensão do passaporte de um dos adolescentes que são alvo da investigação sobre a morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. O pedido foi feito na sexta-feira (6), mas a divulgação ocorreu na manhã deste sábado (7).

O adolescente que foi alvo do pedido de apreensão do passaporte é o mesmo para quem já foi feito o pedido de internação provisória, conforme a Polícia.

Ainda conforme a Polícia Civil, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) se manifestou favorável ao pedido. O adolescente alvo do pedido é um dos jovens que viajou à Disney, nos Estados Unidos, logo após o caso da morte do cão Orelha ganhar repercussão nacional.

Na nota divulgada neste sábado, a Polícia não detalhou o motivo para solicitar a apreensão do passaporte do adolescente. No entanto, por meio de sua assessoria, informou que um dos motivos é suspeita de sair do país.

MPSC aponta falhas na investigação sobre morte do cão Orelha

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) vai pedir à Polícia Civil novas diligências para aprofundar as investigações sobre a morte do cão Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. A decisão foi tomada após a identificação de falhas, lacunas e falta de precisão na reconstrução dos fatos.

A apuração é conduzida por duas Promotorias de Justiça da Capital. A 10ª, da área da Infância e Juventude, e a 2ª, da área criminal. Ambas concluíram que são necessários mais esclarecimentos para entender exatamente o que aconteceu.

Na análise inicial do Boletim de Ocorrência Circunstanciado, a Promotoria da Infância e Juventude apontou falhas na apuração da possível participação de adolescentes em atos infracionais relacionados a maus-tratos contra animais. Segundo o Ministério Público, essas informações ainda precisam ser completadas.

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