Cabeça de modelo assassinada a facadas pelo ex é roubada de túmulo
Crime foi descoberto quando familiares tentavam transferir o corpo
• Atualizado
A cabeça da empresária e modelo Pamela Genini, morta aos 29 anos em outubro de 2025, foi roubada de dentro do seu próprio túmulo no cemitério de Strozza. A violação só foi descoberta na segunda-feira (23), quando familiares foram ao local para transferir o corpo para uma capela da família.
Ao chegar ao cemitério, a equipe responsável pela exumação percebeu que havia algo errado. O caixão apresentava sinais incomuns, como parafusos e silicone, materiais que podem ter sido usados para vedar a estrutura após uma possível violação.
A situação se tornou ainda mais perturbadora quando o caixão foi aberto: a cabeça de Pamela havia sido retirada. O crime foi imediatamente comunicado à família e às autoridades.
A principal suspeita é de que alguém tenha invadido o cemitério, violado o túmulo e, depois, tentado esconder o ocorrido ao fechar novamente o caixão com materiais improvisados.
O caso ganha ainda mais repercussão porque a morte da modelo já havia causado forte comoção. Em outubro de 2025, Pamela foi encontrada morta dentro de seu apartamento em Milão, com marcas de facadas.
O principal suspeito do assassinato é o ex-companheiro da vítima, Gianluca Soncin, de 52 anos. Após o crime, ele tentou tirar a própria vida usando a mesma faca. Ele foi encontrado ferido por equipes de socorro, levado ao Hospital Niguarda e, depois de receber atendimento, encaminhado para a prisão.
Pamela Genini era conhecida por sua atuação no mundo da moda e dos negócios. Ela começou a carreira ainda criança, aos 8 anos, participando de campanhas publicitárias. Além de modelo, criou uma marca de biquínis e também atuava no mercado imobiliário de luxo.
*Com informações de Massa.com.br
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