Bebê de 1 ano e 3 meses morre e investigação suspeita de violência sexual
Criança foi apresentada 6 horas após o óbito; ela tinha marcas no corpo e há suspeita de violência sexual
• Atualizado
A Polícia Civil de Penápolis investiga a morte de uma bebê de um ano e três meses por uma possível violência sexual, segundo informações da afiliada SBT Interior.
Segundo a médica que atendeu a menina no pronto-socorro, ela chegou já sem vida, a menina teria morrido a pelo menos seis horas quando foi levada para o atendimento médico, na tarde de segunda-feira (14), em Penápolis, estado de São Paulo. A bebê tinha marcas roxas pelo corpo.
Conforme o portal SBT Interior, a profissional teria dito ainda que havia sinais de violência sexual no bebê. A mãe da menina, de 21 anos, e o padrasto, de 26, estiveram no local. A Polícia Militar foi acionada por volta das 13h30 e compareceu à unidade. A criança teria lesões por todo o corpo, sendo algumas recentes e outras antigas, bem como ferimentos no ânus, o que aparentava violência sexual.
O prefeito de Penápolis, Caique Rossi, decretou luto oficial de três dias na cidade pela morte da bebê.
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Confira a reportagem da afiliada do SBT no interior de São Paulo:
Denúncias
A Polícia Militar entrou em contato com o Conselho Tutelar. Foram descobertas diversas denúncias de maus-tratos envolvendo a vítima. A equipe falou com a mãe e o padrasto. Eles alegaram que, por volta das 22h de domingo (13), colocaram a menina para dormir, após darem mamadeira, conforme informações da afiliada.
Em torno das 11h30 de segunda-feira, eles foram acordar a menina, observando que estava sem vida, acionando os bombeiros. Uma equipe da Delegacia de Defesa da Mulher, acompanhada do delegado Eugênio Pedro Bibiano Timóteo dos Santos, esteve no PS, conversando com a médica.
O casal foi levado para prestar esclarecimentos. O caso seria registrado como morte suspeita. O delegado informou que aguardará os laudos periciais e do IML (Instituto Médico Legal) de Araçatuba, onde o corpo seria encaminhado para exame necroscópico, para dar prosseguimento às investigações.
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*com informações Jornal Interior
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