Clayton Ramos

Jornalista com 30 anos de carreira e apresentador do Tá Na Hora SC


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AGRESSÕES EM SC

Adolescentes investigados no caso do cão Orelha não tentaram afogar o Caramelo, diz polícia

Polícia Civil atualiza casos de agressões na Praia Brava

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Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Quatro adolescentes inicialmente suspeitos de agressões ao cão Orelha foram descartados como envolvidos na tentivada de afogar outro animal, conhecido com Caramelo. As informações foram confirmadas pelo delegado Renan Balbino, da Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE).

As agressões teriam sido praticadas por um outro grupo de adolescentes. De acordo com a Polícia Civil, o caso do Caramelo envolveu adolescentes que teriam tentado afogar o animal no mar da Praia Brava.

A policia está trabalhando na investigação e os depoimentos podem acontecer na próxima semana.

Caso do cão Orelha

No caso do cão Orelha, encontrado agonizando na Praia Brava, a Polícia Civil informou que já ouviu um dos adolescentes que faltava no inquérito. O outro deverá ser ouvido em breve.

Segundo a Polícia Civil, um dos adolescentes que teve a imagem divulgada como suspeito na participação de agressão ao cão Orelha, passou a ser testemunha no caso.

“Desses quatro, um deles já foi formalmente retirado da investigação, deixou de ser um adolescente investigado e passou a ser apenas uma testemunha”, confirmou Balbino.

Conforme a PCSC, o jovem não aparece nas imagens analisadas pelas equipes de investigação. Além disso, a família do adolescente apresentou provas de que ele não estava na Praia Brava no período das agressões.

Sobre rumores de que o crime teria sido motivado por desafios criminosos nas redes sociais, a PCSC destacou que, até o momento, não há indícios que confirmem a informação. Confira as notas na íntegra:

“A Polícia Civil de Santa Catarina informa que já ouviu um dos adolescentes que faltava no âmbito do inquérito policial, que está sob responsabilidade da DEACLE da Capital. O outro envolvido deverá ser ouvido em breve (não divulgaremos data, horário e local, visando o correto andamento da investigação).

Quanto aos questionamentos sobre se o crime foi praticado motivado por grupos criminosos que usam da rede social para promover desafios criminosos para adolescentes, informamos que não foram encontrados, por enquanto, indícios no inquérito que confirmem essa informação.

Ressaltamos que a investigação está em andamento e que qualquer divulgação indevida de informações pode prejudicar o trabalho da Polícia Civil. Assim que novas informações puderem ser divulgadas, iremos mandar nova nota. Agradecemos e contamos com a compreensão de todos.”

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE) e da Delegacia de Proteção Animal (DPA), informa que um dos adolescentes que teve sua imagem divulgada como suspeito na participação de agressão ao cachorro Orelha, passou a ser testemunha no caso. O jovem não aparece nas imagens analisadas pelas equipes de investigação, em que pese tenha sido mencionado inicialmente. Além disso, a família do adolescente apresentou provas de que ele não estava na Praia Brava no período atinente às demais ocorrências em apuração.

A Polícia Civil destaca ainda que segue com o trabalho de apuração de ato infracional envolvendo adolescentes suspeitos de maus-tratos, além de outros delitos.

*Texto com a colaboração de Sarah Falcão, produtora de conteúdo do SCC10

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