Universitária descobre tumor cerebral após dores de cabeça
Jovem de 21 anos passou por cirurgia de seis horas após diagnóstico
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O que parecia ser apenas estresse da semana de provas mudou completamente a vida da universitária Gillian Keating, de 21 anos. No fim de 2025, ela começou a sentir fortes dores de cabeça e náuseas. Como nunca havia tido esse tipo de dor antes, inicialmente ela e os médicos associaram os sintomas à rotina intensa da faculdade. No entanto, as crises ficaram mais intensas, chegando ao ponto de provocar desmaios.
Preocupada com a piora, Gillian procurou um segundo médico durante as férias de Natal, que solicitou uma ressonância magnética. Em janeiro de 2026, o exame revelou um tumor cerebral benigno de cerca de cinco centímetros de diâmetro, um pouco menor que uma bola de tênis, pressionando o lobo frontal esquerdo, área do cérebro ligada a funções como pensamento, movimento e fala. “Dentro de dias, minha vida mudou completamente”, relatou em entrevista à revista People.
Cirurgia e tratamento
Após o diagnóstico, os médicos orientaram que ela fosse imediatamente ao pronto-socorro para se preparar para a cirurgia. Gillian passou por uma craniotomia de seis horas, procedimento em que parte do crânio é aberta para a retirada do tumor. A operação foi considerada bem-sucedida, e a massa benigna foi removida. Mesmo assim, ela foi informada de que precisará realizar tratamento complementar, como radioterapia, para reduzir as chances de recorrência.
Por causa das cirurgias, exames e do período de recuperação, a jovem precisou trancar um semestre da faculdade, adiar a formatura e postergar o início de um emprego já garantido. Em uma campanha online, explicou que precisará se afastar dos estudos e do trabalho para focar totalmente na recuperação, enfrentando despesas médicas, aluguel, medicamentos e outros custos diários.
Sintomas que merecem atenção
Entre os sintomas mais comuns de tumores cerebrais estão dores de cabeça persistentes, alterações na visão, convulsões, problemas de equilíbrio, mudanças de humor ou personalidade e dificuldades na fala e na memória.
O caso de Gillian chama atenção porque dor de cabeça é um sintoma frequente, especialmente em períodos de estresse. No entanto, quando é intensa, persistente e acompanhada de náuseas e desmaios, pode indicar algo mais grave.
*Com informações de Metrópoles.
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