Saúde Compartilhar
EM SETE CIDADES DO ESTADO

SC identifica e monitora 17 casos de Gripe K; entenda o que é e como se proteger

O monitoramento acontece após o registro desses casos de Gripe K entre os meses de novembro e dezembro de 2025

• Atualizado

Danilo Duarte

Por Danilo Duarte

Subclado K é uma variação do vírus da Influenza A; cientistas acreditam que o vírus Influenza é o de maior potencial para causar uma nova pandemia | Foto: NIAD/Reprodução
Subclado K é uma variação do vírus da Influenza A; cientistas acreditam que o vírus Influenza é o de maior potencial para causar uma nova pandemia | Foto: NIAD/Reprodução

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina confirmou a identificação de 17 casos de uma variação da influenza A (H3N2), conhecida tecnicamente como subclado K. O monitoramento acontece após o registro desses casos entre os meses de novembro e dezembro de 2025, com a maioria das ocorrências concentrada na região de Florianópolis.

Os dados levantados até o momento pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina mostram que os 17 casos de Gripe K estão distribuídos da seguinte forma: Florianópolis (11), Tubarão (2), Braço do Norte (1), Palhoça (1), São José (1) e São Ludgero (1). A Dive reforça que a infecção pode não ter ocorrido no município de residência.

Ainda conforme a Secretaria de Estado da Saúde, até o momento não há evidências de que o subclado K esteja associado a quadros mais graves em comparação às demais cepas sazonais de influenza A (H3N2).

Além disso, todos os pacientes identificados com a Gripe K até agora apresentam o padrão clínico habitual da gripe, sem registros de agravamento atípico dos sintomas.

Entretanto, a Dive apontou que a experiência internacional indica maior impacto da Gripe K está em grupos vulneráveis. Ou seja, idosos, pessoas com comorbidades, crianças pequenas, gestantes e puérperas, o que justifica a intensificação das ações de prevenção e assistência.

Entenda o que é a Gripe K e como se proteger

Como o subclado K foi detectado em diferentes faixas etárias e em diversas cidades, a investigação segue ativa. A intenção é entender a dinâmica de transmissão no estado e garantir que o sistema de saúde esteja preparado para qualquer aumento sazonal na demanda de atendimentos respiratórios.

Embora o nome ‘Gripe K’ possa soar como uma novidade preocupante, os órgãos de saúde esclarecem que não se trata de um vírus inédito, mas sim de uma mutação genética de uma cepa que já circula sazonalmente no Brasil e no mundo.

As autoridades reforçam que as medidas de prevenção são as mesmas já conhecidas pela população: higiene das mãos, etiqueta respiratória e manutenção da vacinação em dia.

Quer receber notícias no seu whatsapp?

EU QUERO

Ao entrar você esta ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

Fale Conosco
Receba NOTÍCIAS
Posso Ajudar? ×

    Este site é protegido por reCAPTCHA e Google
    Política de Privacidade e Termos de Serviço se aplicam.