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RJ confirma 11 casos de Mpox em 2026

Por enquanto, segundo a pasta, não há registro de mortes pela doença

• Atualizado

Redação

Por Redação

RJ confirma 11 casos de Mpox em 2026 | Foto: Ministério da Saúde/Reprodução
RJ confirma 11 casos de Mpox em 2026 | Foto: Ministério da Saúde/Reprodução

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) informou, na quarta-feira (25), que dos 51 casos notificados de Mpox, 11 foram confirmados, a maioria na Capital. Por enquanto, segundo a pasta, não há registro de mortes pela doença.

O número representa uma queda de 31% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 16 casos foram confirmados. Ao todo, 117 infecções da doença foram confirmadas em 2025, sem óbitos. Em 2024, 328 dos 1.057 casos notificados foram confirmados, também sem registros de mortes.

“Não há motivo para grande preocupação com a doença, desde que sejam tomados os cuidados básicos. A Secretaria faz o monitoramento de Mpox em todo o estado. Os municípios recebem orientações para investigação e diagnóstico, prevenção e controle da doença”, disse o subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde da SES-RJ, Mário Sérgio Ribeiro.

Até o momento, o Ministério da Saúde confirmou 88 casos de Mpox em 2026, sobretudo entre homens de 30 a 39 anos (43). Entre as capitais, São Paulo lidera o número de infecções confirmadas (40), seguida do Rio de Janeiro (11), Porto Velho (4), Porto Alegre (2), Belo Horizonte (2) e Brasília (1).

O que é a Mpox?

A Mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV). Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato próximo com pessoas infectadas, sobretudo por vias sexuais. O intervalo entre o contato com o vírus e o início da manifestação dos sintomas varia entre três e 16 dias.

Inicialmente, os sintomas da doença incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. Após três dias, o paciente pode começar a desenvolver erupções cutâneas.

O tratamento é baseado em medidas de suporte clínico, com o objetivo de aliviar sintomas, tratar complicações e evitar sequelas. A vacinação, segundo o Ministério da Saúde, é direcionada apenas a grupos com maior risco de desenvolver formas graves da doença. São eles:

  • pessoas vivendo com HIV/Aids com imunossupressão (CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses), especialmente homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais com 18 anos ou mais;
  • profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus;
  • pessoas que tiveram contato de médio ou alto risco com casos suspeitos ou confirmados, após avaliação da vigilância em saúde.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o principal meio de prevenção é evitar o contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. No caso da necessidade de contato, como profissionais da saúde, deve-se utilizar luvas, máscaras e óculos de proteção. Também é recomendado que os infectados não compartilhem itens como toalhas, roupas e lençóis.

*Com informações do SBT News.

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