Mulher descobre câncer cerebral após falhas de memória
Esquecimentos frequentes eram sinal de doença grave
• Atualizado
Inicialmente tratado como um possível quadro de demência precoce, o problema de memória de Tracy Kehoe escondia algo mais grave. Aos 57 anos, ela procurou ajuda médica após perceber falhas frequentes no dia a dia, e acabou diagnosticada com um câncer cerebral em estágio avançado.
O caso, relatado pela revista People, acende um alerta para sintomas que podem ser facilmente confundidos com problemas de memória comuns. Tracy passou a repetir conversas, esquecer tarefas simples e enfrentar dificuldade para lembrar compromissos do dia a dia.
As mudanças também foram percebidas pela família. “Minha irmã percebeu que eu estava me repetindo muito e esquecendo conversas importantes”, contou à publicação.
Com o passar do tempo, os episódios se tornaram mais frequentes e começaram a impactar a rotina. Diante do histórico familiar e dos sinais apresentados, a suspeita inicial foi de demência precoce. No entanto, a evolução dos sintomas levou à realização de exames mais detalhados, que revelaram a verdadeira causa.
Após a investigação médica, Tracy foi diagnosticada com glioblastoma em estágio 4, um dos tipos mais agressivos de tumor cerebral. Segundo ela, os médicos explicaram que se trata de uma doença grave, com opções limitadas de tratamento. “Foi devastador”, afirmou.
Ela passou por uma cirurgia para retirada do tumor, com remoção de grande parte da lesão. Em seguida, iniciou tratamento com radioterapia e quimioterapia. Exames posteriores indicaram resposta ao tratamento, com redução da presença detectável do tumor.
Sintomas que merecem atenção
O caso acende um alerta para sinais que podem indicar problemas neurológicos mais sérios:
- Esquecimentos frequentes ou repetição de falas
- Dificuldade para realizar tarefas do dia a dia
- Confusão mental ou dificuldade de concentração
- Dores de cabeça persistentes ou diferentes do habitual
- Tontura ou outras alterações neurológicas
Especialistas reforçam que sintomas como esses não devem ser ignorados nem atribuídos automaticamente ao envelhecimento ou ao estresse. Alterações cognitivas progressivas precisam ser investigadas para descartar condições mais graves, como tumores cerebrais.
*Com informações de Metrópoles
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