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Jovem desenvolve infecção grave após roer unhas

Jovem precisou passar por cirurgia para conter a infecção

• Atualizado

Redação

Por Redação

Jovem desenvolve infecção grave após roer unhas – Imagem: rprodução/ metrópoles
Jovem desenvolve infecção grave após roer unhas – Imagem: rprodução/ metrópoles

Uma jovem de 21 anos quase perdeu um dedo após desenvolver uma infecção grave, possivelmente ligada ao hábito de roer as unhas desde a infância. O problema começou como uma irritação simples, mas evoluiu rapidamente e exigiu atendimento de emergência e cirurgia.

A história foi contada pela própria jovem, Gabby Swierzewski, em entrevista à People Magazine. Segundo ela, inflamações pequenas eram comuns por causa do hábito, mas desta vez a situação foi muito mais séria.

Dor forte e dedo inchado

Gabby relatou que os primeiros sinais apareceram em 6 de fevereiro, quando sentiu dor em um dos dedos e acreditou que fosse apenas uma unha encravada. No entanto, em poucas horas, o dedo ficou extremamente inchado e a dor aumentou.

Ela procurou atendimento médico e recebeu antibióticos e uma pomada para tratar a infecção. Mesmo assim, o quadro não melhorou.

Dois dias depois, a jovem buscou ajuda em uma clínica especializada em unhas encravadas. No local, os profissionais tentaram drenar um possível abscesso, mas conseguiram retirar apenas sangue, sem presença de pus. Após a avaliação, ela recebeu a prescrição de um segundo antibiótico.

Apesar do tratamento, o dedo continuou cada vez mais inchado, escuro e dolorido.

Atendimento de emergência e cirurgia

No dia 16 de fevereiro, a dor ficou insuportável e Gabby procurou um pronto-socorro nas primeiras horas da manhã.

Os médicos fizeram uma incisão no dedo para drenar vários abscessos. Mesmo assim, o inchaço persistiu e ela foi encaminhada para avaliação com uma especialista em cirurgia da mão.

Poucos dias depois, a jovem precisou passar por uma cirurgia de urgência para limpar a área infectada. Durante o procedimento, foi feita uma incisão de cerca de dois centímetros para retirar o tecido comprometido e controlar a infecção.

Durante a recuperação, os médicos chegaram a considerar a possibilidade de a infecção ter atingido o osso, o que poderia levar à perda da unha ou até do dedo.

Recuperação

Para avaliar a gravidade do quadro, foram feitos exames laboratoriais e de sangue. No início de março, Gabby recebeu a notícia de que não precisaria de uma nova cirurgia nem de amputação.

Com a infecção controlada, a jovem afirma que a experiência mudou sua forma de ver o hábito de roer as unhas. Agora, ela tenta abandonar o comportamento e alerta outras pessoas sobre os riscos que ele pode trazer para a saúde.

*Com informações de Metrópoles.


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