Jornalista morre após sentir dores nas costas e ser diagnosticada com câncer agressivo
Após internação e agravamento rápido do quadro, profissional não resistiu ao câncer
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A morte da jornalista Flávia Bacelar, de 31 anos, completa um mês neste domingo. Ela morreu no dia 12 de março, após oito dias internada no Hospital de Terapia Intensiva (HTI), em Teresina (PI), vítima de um câncer agressivo que provocou falência múltipla dos órgãos e insuficiência cardíaca.
Flávia foi internada no dia 4 de março, após sentir fortes dores nas costas. Inicialmente, a suspeita médica era de hérnia, mas exames posteriores identificaram nódulos no fígado, indicando um quadro grave, segundo a família.
A jornalista chegou a permanecer em um quarto nos primeiros dias de internação, mas foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no dia 8. No dia seguinte, precisou ser intubada. O estado de saúde se agravou rapidamente até a confirmação da morte, no dia 12.
De acordo com familiares, havia a previsão de iniciar tratamento com quimioterapia após estabilização do quadro clínico, o que não ocorreu devido à rápida evolução da doença.
Formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) desde 2017, Flávia Bacelar atuou como repórter e assessora de comunicação em Teresina. Nos últimos anos, trabalhava na agência digital Global Monster.
*Com informações de Massa.com.br
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