Gripe já causou 69 mortes em Santa Catarina em 2026
A influenza já provocou 1.027 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e causou 69 mortes, em 2026
• Atualizado
Enquanto o inverno avança em Santa Catarina, a gripe continua deixando um rastro de internações e mortes no estado. Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES), a influenza já provocou 1.027 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e causou 69 mortes, em 2026.
Embora os números ainda estejam abaixo dos registrados no mesmo período de 2025, a influenza continua provocando internações e casos graves, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades ou fatores de risco.
É por isso, que a SES foca na importância da vacinação contra a gripe. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a vacina é a principal forma de prevenção contra complicações causadas pelo vírus.
Quem pode tomar a vacina?
A Secretaria de Saúde informou que a vacina contra a gripe está disponível para toda a população com mais de seis meses de idade em todos os municípios catarinenses.
A orientação das autoridades de saúde é que as pessoas procurem a unidade básica de saúde mais próxima para verificar a disponibilidade das doses e atualizar a imunização.
O que é a SRAG?
A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é uma complicação respiratória que pode ser causada por diferentes vírus, incluindo a influenza.
Conforme a médica infectologista Maria Fernanda Silva é preciso prestar atenção nos sintomas. “Febre alta, tosse forte e persistente, falta de ar e fadiga, estão entre os sinais de alerta do corpo”, afirma.
Em casos mais graves, a doença pode exigir internação hospitalar e até atendimento em unidades de terapia intensiva (UTI). “É muito importante procurar atendimento médico para evitar o agravamento da doença”, lembra a a médica.
Período exige atenção redobrada
Os meses de outono e inverno costumam favorecer a circulação de vírus respiratórios devido às temperaturas mais baixas e à permanência das pessoas em ambientes fechados.
Por isso, além da vacinação, a médica infectologista recomenda medidas simples para reduzir o risco de transmissão, como lavar as mãos, cobrir as mãos e o nariz para tossir ou espirrar, evitar contato com pessoas doentes e manter os ambientes ventilados.
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