Saúde Compartilhar
Situação estável

Casos de Mpox em SC seguem sob controle, afirma SES

Secretaria de Saúde reforça cuidados diários e monitoramento contínuo da doença

• Atualizado

Redação

Por Redação

Casos de Mpox em SC seguem sob controle, afirma SES – Imagem: reprodução/ GOV
Casos de Mpox em SC seguem sob controle, afirma SES – Imagem: reprodução/ GOV

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Santa Catarina informou que o cenário da Mpox no estado segue controlado e que não há motivo para pânico. Até 21 de fevereiro, foram notificados 20 casos suspeitos, dos quais nenhum foi confirmado. Dez casos já foram descartados, um é considerado provável e nove permanecem em investigação.

O número de casos representa uma queda de 65,5% em relação ao mesmo período de 2025, quando 12 confirmações haviam sido registradas. O último óbito em Santa Catarina ocorreu em 2022, reforçando a estabilidade da situação. As informações constam no Informe Epidemiológico atualizado, divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), que mantém monitoramento contínuo da doença.

Infectologista orienta cuidados

O médico infectologista da DIVE, Eduardo Campos de Oliveira, explicou que a Mpox é contagiosa e que o paciente deve permanecer isolado até a completa cicatrização das lesões. “O cuidado é voltado ao alívio dos sintomas e ao controle de infecções secundárias. A principal forma de evitar a transmissão é reduzir contatos de risco, evitar aglomerações diante de sintomas e procurar atendimento médico ao surgirem os primeiros sinais”, afirmou.

A Mpox está incluída na Lista Nacional de Notificação Compulsória. Casos suspeitos devem ser comunicados imediatamente, permitindo investigação e rastreamento de contatos para interromper possíveis cadeias de transmissão. O estado mantém um Plano de Contingência e monitoramento contínuo da doença.

Como a doença é transmitida

O vírus da Mpox se espalha principalmente por contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou objetos contaminados, como roupas e lençóis. A transmissão entre pessoas pode ocorrer por contato físico prolongado ou por gotículas respiratórias, embora essa última via seja menos comum. O risco de transmissão termina após o desaparecimento das crostas das lesões.

Sintomas

O período de incubação varia entre 6 e 16 dias, podendo chegar a 21 dias. Entre os sintomas mais frequentes estão:

  • Febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas
  • Cansaço e gânglios linfáticos inchados
  • Erupções cutâneas, que podem aparecer em qualquer parte do corpo, incluindo região genital

>> Para mais notícias, siga o SCC10 no InstagramThreadsTwitter e Facebook.

Quer receber notícias no seu whatsapp?

EU QUERO

Ao entrar você esta ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

Fale Conosco
Receba NOTÍCIAS
Posso Ajudar? ×

    Este site é protegido por reCAPTCHA e Google
    Política de Privacidade e Termos de Serviço se aplicam.