Polícia Civil apreende R$ 2,3 milhões em produtos piratas em Santa Catarina
A operação de combate à pirataria interceptou 45 mil itens, fiscalizou lojas em três cidades e abordou dois caminhões com mercadorias falsificadas
• Atualizado
A Polícia Civil de Santa Catarina apreendeu aproximadamente 45 mil produtos, avaliados em R$ 2,3 milhões, durante uma operação de combate à pirataria. A ação teve como alvo redes de lojas do modelo “outlet” que atuavam na comercialização de artesanato falsificado no estado.
Entre os itens descobertos estão calçados, roupas, perfumes, bonés, relógios e acessórios com marcas de renome internacional, como Nike, Adidas, Emporio Armani, Lacoste e Tommy Hilfiger. Também foram coletados equipamentos eletrônicos e documentos que servirão de base para o aprofundamento das investigações.
A operação de combate à pirataria foi realizada nos dias 28 e 29 de janeiro e o balanço foi divulgado na manhã desta segunda-feira (2).
A operação foi conduzida pela Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e Crimes contra as Relações de Consumo (DCAC/DEIC), que vinha monitorando a atuação dessas redes e mapeando sua estrutura de distribuição e comercialização em diferentes municípios catarinenses.
As ações ocorreram de forma simultânea em três frentes. No dia 28 de janeiro, duas lojas localizadas no centro de Jaraguá do Sul foram fiscalizadas. No dia seguinte, 29 de janeiro, uma terceira loja foi alvo de fiscalização em Biguaçu, na Grande Florianópolis.

No mesmo dia 29, atividades de resultado inteligentes foram realizadas na interceptação de dois caminhões carregados com produtos falsificados garantidos às mesmas redes criminosas. Os veículos foram envolvidos nos municípios de Jaraguá do Sul e São José, ampliando o volume total das apreensões.
A operação contou com a atuação integrada do Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop), do Procon Estadual, do Procon de Jaraguá do Sul, da Receita Estadual e representantes de marcas, além do apoio operacional de unidades da Polícia Civil e da Polícia Militar de Jaraguá do Sul.
Segundo a Polícia Civil, a comercialização de produtos contrafeitos provoca prejuízos à economia formal, exige a arrecadação tributária e afeta a concorrência leal, além de representar riscos à segurança dos consumidores por não atender aos padrões de qualidade.
Os responsáveis responderão por crimes contra a propriedade imaterial, crimes contra as relações de consumo, crimes contra a ordem tributária e associação criminosa.
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