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Balneabilidade

Relatório do IMA indica 35% das praias de SC impróprias

Relatório do IMA aponta 169 pontos próprios e 91 impróprios no litoral de SC; órgão reforça cuidado após chuva e perto de rios e canais

• Atualizado

Roberto Gatti

Por Roberto Gatti

Relatório do IMA indica 35% das praias de SC impróprias.| Foto: Ricardo Wolffenbüttel (arquivo Secom)
Relatório do IMA indica 35% das praias de SC impróprias.| Foto: Ricardo Wolffenbüttel (arquivo Secom)

O nono relatório de balneabilidade da temporada 2025/2026, divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), aponta que 65% dos pontos monitorados no litoral catarinense estão próprios para banho. Ao todo, foram 169 locais classificados como adequados e 91 como impróprios (ou seja, 35%), dentro do conjunto avaliado na semana.

As amostragens consideradas no relatório foram feitas entre 5 e 7 de janeiro, em municípios do Litoral Sul ao Norte, incluindo cidades como Florianópolis, São José, Palhoça, Itajaí, Balneário Camboriú, Itapema, Bombinhas, Laguna, Joinville e São Francisco do Sul, entre outras

Ponto novo na Capital: foz do Rio Capivari

Entre as atualizações desta edição, o IMA informou a inclusão de um novo ponto de monitoramento na foz do Rio Capivari (ponto 98), em Florianópolis. A coleta é feita no rio, não no mar, e o local aparece impróprio para banho, por risco de contaminação e doenças de veiculação hídrica. O instituto destaca que, ao lado, o ponto 27 (no mar) representa a qualidade da água marinha naquele trecho e está próprio.

Ponto sem coleta em Itapoá

O relatório também registra que o ponto nº 03 de Itapoá não foi coletado por falta de acesso.

Atenção após chuvas fortes

O IMA reforça que não é recomendado entrar no mar nas primeiras 24 a 48 horas após chuvas intensas, nem próximo a canais, rios e galerias de drenagem, já que a enxurrada pode carregar contaminantes e aumentar riscos de problemas de saúde.

Como o IMA define “próprio” e “impróprio”

A classificação segue a Resolução Conama nº 274/2000 e considera a concentração da bactéria Escherichia coli em séries de coletas e no resultado mais recente do ponto.

Algas: sinais de alerta

Diante de relatos de florações, o relatório orienta que banhistas fiquem atentos a sinais como mudança na cor da água, odor forte, água turva/espessa e macroalgas visíveis. Em caso de suspeita, a recomendação é evitar contato e comunicar a Vigilância Sanitária.


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