Projeto da Unesc sobre resíduos marinhos é aprovado
A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), pauta central da chamada pública promovida pela OUI
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A Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) teve um projeto de extensão aprovado em convocatória internacional da Organização Universitária Interamericana (OUI), ampliando a visibilidade da produção acadêmica catarinense nas Américas. A proposta “Del diagnóstico a la acción: el abordaje de los residuos marinos a través de la extensión universitaria” foi selecionada e ficará disponível na plataforma da entidade para mais de 400 instituições associadas em 28 países.
Coordenado pelo professor Rodrigo Machado, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) e do curso de Ciências Biológicas, o projeto aborda os resíduos marinhos a partir da extensão universitária, conectando diagnóstico científico e ações práticas junto à comunidade. A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), pauta central da chamada pública promovida pela OUI.
Internacionalização e ODS
Afiliada à OUI, a Unesc integra o espaço de cooperação entre instituições de ensino superior das Américas. A convocatória abriu espaço para submissão de atividades colaborativas e formativas relacionadas aos ODS. Com apoio do Escritório de Relações Internacionais, a Diretoria de Extensão, por meio do professor Abel Corrêa de Souza, inscreveu três iniciativas da Universidade — uma delas aprovada.
Para a coordenadora do Escritório de Relações Internacionais, Dayane Cortez, o resultado fortalece a difusão de práticas acadêmicas voltadas aos ODS entre os membros da organização. Segundo ela, a participação cria um canal de intercâmbio de experiências e contribui para que as instituições avancem nas metas globais estabelecidas pela Agenda 2030.
Plataforma amplia acesso a cursos e conexões
Além de disponibilizar o projeto da Unesc, a plataforma da OUI também permite que estudantes e pesquisadores tenham acesso a cursos e atividades oferecidos por universidades de todo o continente. A iniciativa fortalece a chamada “internacionalização em casa”, estratégia que possibilita ampliar a formação acadêmica e o currículo internacional sem a necessidade de mobilidade física.
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