Água-viva gigante e muito perigosa é flagrada em Santa Catarina
A água-viva é uma espécie rara
• Atualizado
Uma água-viva gigante, da espécie Tamoya Haplonema, foi flagrada por um pescador em Porto Belo, no Litoral Norte de Santa Catarina.
O pescador João conta que é a segunda vez que encontra o animal. “Eu estava pescando tainha com o meu irmão, e em um determinado momento soltamos as redes na água e ao recolher veio uma água-viva igual a essa”. O pescador soltou o animal, que voltou a se enroscar na rede. O animal ficou dentro do barco, assim, João retirou a água-viva com as próprias mãos.
Os pescadores seguiram com o trabalho, quando João viu a água-viva com diversos peixinhos em volta e fez a filmagem.
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A espécie é considerada muito perigosa, mas o pescador não se queimou. De acordo com o oceanógrafo Charrid da Univali, estudos são feitos há mais de dez anos e concluem que a espécie é típica de águas mais frias. Em Santa Catarina, a água-viva pode aparecer entre outono e inverno, diminui na primavera e desaparecem no verão.
No Brasil, segundo o professor, ainda não há registros tão graves, apenas de envenenamento e queimadura na pele, com essa espécie. O ideal é não se aproximar e caso tenha contato com o animal, a pessoa deve imediatamente buscar atendimento médico.
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