‘Justiça pelo cão Orelha’: manifestação será feita em Chapecó; veja quando e onde
O protesto deve ocorrer no Ecoparque e intercede pelo cão Orelha
• Atualizado
Uma manifestação que busca justiça pelo caso do cão Orelha acontecerá no próximo domingo (1º), em Chapecó, município do Oeste catarinense. O protesto deve ocorrer no Ecoparque e intercede pelo cão Orelha, que foi brutalmente agredido e precisou ser sacrificado em Florianópolis, no início de janeiro.
A manifestação ocorrerá no Ecoparque, região central da cidade, a partir das 17h. A causa foi divulgada por meio das redes sociais, onde as ONGs envolvidas na organização do protesto solicitaram a presença de defensores da causa animal.
Na publicação, a ONG “Mais Vira Lata”, a manifestação convida protetores, tutores e defensores da vida animal para um ato pacífico, com o objetivo de solicitar justiça e leis mais rigorosas contra os maus-tratos.
Cão Orelha se tornou símbolo da causa animal
Idealizador do protesto e vereador na Câmara de Chapecó, Wilson Junior Cidrão comenta quais são os objetivos da manifestação. “Justiça, não só pelo caso Orelha, mas por todos os outros que diariamente são silenciados. O Orelha representa tantos outros animais que sofreram maus-tratos da mesma forma e que não foram denunciados ou que não tiveram indiciamento dos culpados”, afirmou.
Além de justiça pelo cão Orelha, a manifestação também busca a criação de uma delegacia especializada no combate aos maus-tratos no município.
“Vai ser um apelo. Estamos providenciando um link para fazer um abaixo-assinado, a fim de reunir assinaturas online e defender a implementação de uma delegacia especializada em Chapecó, o que seria um passo muito importante”, argumentou Cidrão.
Em Santa Catarina, o deputado estadual do PSD, Mário Motta, propôs um projeto de lei conhecido como “Lei Orelha”, que prevê mudanças na responsabilização administrativa em casos de maus-tratos semelhantes ao do cão, quando praticados por menores de idade.
A morte do cão Orelha, que vivia na comunidade da Praia Brava há pelo menos 10 anos, gerou grande repercussão nacional e internacional. O caso segue sendo investigado pela polícia, que identificou quatro adolescentes suspeitos de participação nas agressões.
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