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'ALVO DE ATAQUES'

Hotel renomado nega relação com caso do cão Orelha e repudia ataques

Majestic Palace Hotel afirmou que as medidas cabíveis já estão sendo tomadas

• Atualizado

Sarah Falcão

Por Sarah Falcão

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O Majestic Palace Hotel, localizado em Florianópolis, esclareceu que não possui vínculos com os investigados do caso do cão Orelha e repudiou ataques virtuais direcionados à família Daux, proprietária do espaço.

De acordo com o Majestic Palace, informações falsas e associações indevidas estariam sendo divulgadas nas redes sociais, ligando o empreendimento e a família ao caso de agressão ao cão comunitário Orelha, na Praia Brava.

A administração do local explicou que as acusações que ligam o hotel aos investigados seriam falsas, baseadas “apenas em coincidência de sobrenome”.

Após a divulgação das suposições, o local teria sido alvo de ataques virtuais, com xingamentos, linchamento digital e ameaças.

Em nota, o hotel informou que a inexistência de vínculo pode ser comprovada pela estrutura genealógica Daux, descartando hipóteses de relação que pudesse justificar as acusações de conivência, colaboração ou favorecimento. O hotel afirmou que as medidas cabíveis já estão sendo tomadas.

O Majestic Palace Hotel destacou a trajetória de mais de 15 anos com uma política pet friendly, apoiando o acolhimento de hóspedes com animais de estimação e auxiliando iniciativas de adoção responsável.

Confira a nota na íntegra: 

“O Majestic Palace Hotel tem sido alvo de ameaças e ataques virtuais em razão da divulgação de informações falsas que, de forma equivocada, o associam ao caso do cão Orelha.

Esclarecemos que a família Daux, proprietária do Majestic Palace Hotel, não tem relação familiar com o investigado. A inexistência de vínculo pode ser comprovada pela estrutura genealógica Daux, o que descarta qualquer hipótese de relação que pudesse justificar as acusações de conivência, colaboração ou favorecimento.

Contamos com o respeito de todos e ressaltamos que a divulgação de fake news pode ensejar responsabilização civil e criminal, nos termos da legislação vigente. As medidas cabíveis já estão sendo tomadas.”

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