Morre Manoel Carlos, autor ícone da teledramaturgia brasileira, aos 92 anos
Manoel Carlos enfrentava complicações decorrentes da doença de Parkinson
• Atualizado
O escritor Manoel Carlos, popularmente conhecido como Maneco, morreu neste sábado (10), no Rio de Janeiro. A notícia foi confirmada pela família do dramaturgo, que estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana.
O autor enfrentava complicações decorrentes da doença de Parkinson, diagnóstico que já o mantinha sob cuidados médicos intensivos e afastado da vida pública nos últimos anos.
Reconhecido por humanizar o cotidiano da classe média carioca, especialmente no bairro do Leblon, Manoel Carlos construiu um legado inigualável na televisão brasileira.
Sua marca registrada foram as protagonistas batizadas de Helena, mulheres fortes e complexas que marcaram produções inesquecíveis como Baila Comigo, Felicidade, História de Amor, Por Amor e Laços de Família. Suas tramas não apenas entretinham, mas também fomentavam debates sociais importantes, como a doação de medula óssea e o alcoolismo.
Nascido em São Paulo em 1933, Maneco sempre se declarou carioca por adoção e paixão, sentimento que transbordava em cada roteiro.
Além de novelista, teve uma trajetória multifacetada como ator, diretor e produtor, tendo participado da fase inaugural da TV Record e da fundação do Fantástico, na TV Globo. Ele deixa a esposa, Elisabety, e as filhas Júlia Almeida e Maria Carolina. O velório será restrito a amigos e familiares, que pediram privacidade neste momento de luto.
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