Estudante de SC pode representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica
Ao todo 18 mil estudantes foram selecionados para a fase online mas só 45 chegaram à fase atual de treinamentos
• Atualizado
Um estudante de Florianópolis ganhou o Brasil ao avançar em uma das mais disputadas seleções científicas do país. Arthur Gonçalves Artoni, de 17 anos, é o único representante de Santa Catarina classificado para a próxima fase do Torneio Seletivo de Astronomia e Astrofísica (TSA2).
Aluno do COC Floripa Escola SEB, o jovem conquistou medalha de ouro na etapa realizada na última semana, no Rio de Janeiro, garantindo vaga na fase de treinamentos que definirá os representantes brasileiros em competições internacionais.
Próxima etapa define representantes do Brasil
Agora, Arthur vai participar de dois períodos intensivos de treinamento no Rio de Janeiro, nos meses de abril e maio, ao lado de outros 44 estudantes classificados de todo o país.
Durante essa fase, os participantes terão aulas avançadas e enfrentarão novas provas. Ao final, os 10 melhores serão selecionados para formar duas equipes. Cinco alunos para irão para a Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (OIAA), no Vietnã. O outro grupo, também de cinco alunos, vai participar da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), na Colômbia
Caminho até a classificação
Segundo a escola, a trajetória do estudante começou ainda em 2025, durante a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), considerada uma das maiores competições científicas do Brasil.
A primeira fase reuniu mais de 1,5 milhão de alunos de cerca de 14 mil escolas. Para avançar, era necessário alcançar nota mínima 7. Ao todo 18 mil estudantes foram selecionados para a fase online, destes 135 avançaram para a etapa presencial e 45 chegaram à fase atual de treinamentos.
Entre eles, o catarinense Arthur, que se destacou com medalha de ouro.
Segundo o professor Ewerson Ribeiro, responsável pelas Olimpíadas do Conhecimento no colégio, a etapa presencial foi considerada uma das mais difíceis dos últimos anos.
“A prova teórica deste ano foi extremamente desafiadora, com 25 questões para resolver em três horas. A média geral caiu significativamente em relação ao ano passado, o que mostra o alto nível de exigência da seleção”, destacou.
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