Educação investe em bufês térmicos para alimentação escolar em Lages
Nesta primeira etapa, dez equipamentos foram entregues a escolas selecionadas para um período de experiência.
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A Secretaria Municipal da Educação deu início a um novo projeto de investimento em infraestrutura alimentar com a aquisição de bufês térmicos para as unidades do Sistema Municipal de Educação. Nesta primeira etapa, dez equipamentos foram entregues a escolas selecionadas para um período de experiência. O investimento inicial, realizado com recursos próprios da pasta, soma aproximadamente R$ 15 mil e visa modernizar o serviço de merenda oferecido aos alunos.
A iniciativa foca na manutenção da temperatura ideal dos alimentos, fator considerado essencial para o aumento da palatabilidade e para a garantia da segurança sanitária. Com o aquecimento constante, previnem-se riscos de contaminação e assegura-se que as refeições cheguem adequadamente aos estudantes, especialmente durante o inverno rigoroso da região de Lages.
Autonomia e segurança alimentar nas unidades de ensino
Além dos aspectos técnicos de conservação, a implantação dos bufês térmicos altera a dinâmica das refeições. O modelo permite que os estudantes passem de uma posição passiva para o sistema de autoatendimento. Segundo a diretoria de Alimentação e Suprimentos Escolares, essa mudança propicia maior autonomia, permitindo que cada aluno escolha a composição e a quantidade de seu prato. A expectativa é que essa liberdade de escolha resulte na redução do desperdício de alimentos.
A segurança alimentar é outro ponto central do projeto. Para muitos alunos, a merenda escolar representa a principal refeição diária. Manter a qualidade nutricional e o sabor através do controle térmico reforça o compromisso com o bem-estar dos estudantes atendidos pela rede pública municipal.
Experiência prática e expansão do projeto
Unidades como a Emeb Izabel Thiesen Roseto, que atende cerca de 140 crianças em regime de tempo integral, já utilizam o equipamento. A gestão da escola relata que o novo sistema tem auxiliado no desenvolvimento de responsabilidade e convivência entre os alunos das séries iniciais. O entusiasmo das crianças ao se servirem sozinhas destaca o caráter educativo do momento da refeição.
O investimento faz parte do Programa Pratinho Firmeza, que atende tanto a Educação Infantil quanto os estudantes do Ensino Fundamental participantes das Oficinas de Contraturno. Além da Vila Maria, bairros como Dom Daniel, Penha, Sagrado Coração de Jesus, Santa Clara, Várzea, São Sebastião, Vila Nova e Promorar já receberam os primeiros equipamentos. A Secretaria da Educação planeja expandir a iniciativa para todas as unidades de ensino do sistema municipal ao longo do ano.
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