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Saúde

Saiba como se proteger de doenças no Carnaval

Em casos de emergência é necessário procurar rapidamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS)

• Atualizado

Redação

Por Redação

Saiba como se proteger de doenças no Carnaval | Foto: Canva | Reprodução
Saiba como se proteger de doenças no Carnaval | Foto: Canva | Reprodução

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforçou a importância de adotar medidas simples de prevenção contra doenças que podem ser contraídas durante as festas de Carnaval. Veja como se proteger.

No calor da folia é natural a troca de beijos entre pessoas que não se conhecem. Apesar de animar a festa, essas situações podem ser perigosas para a saúde, tornando mais fácil a transmissão de vírus, bactérias e fungos, principalmente quando há lesões ativas na boca, como no caso da herpes labial.

Entre as doenças transmitidas pelo beijo está a mononucleose infecciosa, conhecida como “doença do beijo”, pelo vírus Epstein-Barr.

Segundo o médico infectologista da Diretoria de Vigilância Sanitária, Eduardo Campos, “além da mononucleose e da herpes, outras infecções também podem ser transmitidas pelo contato direto com a saliva. Por isso, a recomendação é redobrar os cuidados durante as festas, evitar beijar pessoas com feridas visíveis na boca, manter a higiene adequada e, ao apresentar sintomas persistentes, procurar atendimento médico”.

Doenças contraídas no Carnaval

Outros perigos para a saúde no Carnaval, são as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como a sífilis, a gonorreia e o HPV, que também podem ser transmitidas por meio dos beijos, especialmente quando há feridas na boca.

Um problema das ISTs é que muitas delas podem ser assintomáticas, o que dificulta o diagnóstico precoce e favorece a transmissão. Sendo assim, é preciso fazer a testagem regular, observar alterações no corpo e atualizar o calendário vacinal.

Em casos de emergência é necessário procurar rapidamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A Profilaxia Pós-Exposição (PEP), composta por medicamentos antirretrovirais, é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e deve ser iniciada em até 72 horas após a possível exposição ao HIV.

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