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Em abril

‘Cometa da Páscoa’ poderá ser um dos maiores fenômenos astronômicos do ano

O objeto deve ficar cada vez mais luminoso a medida em que se aproxima do Sol

• Atualizado

Redação

Por Redação

‘Cometa da Páscoa’ poderá ser um dos maiores fenômenos astronômicos do ano | Foto: Reprodução / Laboratório de Propulsão a Jato da NASA via Metrópoles
‘Cometa da Páscoa’ poderá ser um dos maiores fenômenos astronômicos do ano | Foto: Reprodução / Laboratório de Propulsão a Jato da NASA via Metrópoles

O C/2026 A1 (MAPS), apelidado por astrônomos de “Cometa da Páscoa”, deve cruzar o céu durante o início de abril. Caso o objeto não se desintregue durante a passagem próxima ao Sol, ele brilhará o suficiente para ser visto da Terra.

Tal objeto foi encontrado em janeiro de 2026, no observatório localizado no deserto Atacama, no Chile, por astrônomos de um projeto voltado à busca de asteroides próximos da Terra.

Ao ser identificado o C/2026 A1 (MAPS) estava muito longe do Sol e parecia fraco, podendo ser visto apenas com equipamentos especializados. Porém, ao longo das semanas, o cometa passou a se aproximar mais da estrela, e a ficar mais luminoso, podendo ser observado por telescópios amadores.

De acordo com os astrônomos, o objeto deve ficar cada vez mais luminoso a medida em que se aproxima do Sol.

‘Cometa da Páscoa’

No dia 4 de abril, será o dia em que o “Cometa da Páscoa” estará com a órbita mais próxima do Sol, passando a quase 150 mil quilômetros da superfície solar – considerado por especialistas como uma pequena distância.

Sendo assim, há o risco de o objeto se desintegrar, devido ao calor do Sol. Entretanto, caso resista, o cometa poderá atingir um brilho intenso, ficando próximo a luminosidade de Vênus – um dos astros mais brilhantes do céu.

Tal brilho possibilitaria que o “Cometa da Páscoa” pudesse ser visto a olho nu, até mesmo durante o dia. Além disso, caso realmente acontecer, o acontecimento poderia se tornar um dos fenômenos astronômicos mais marcantes do ano.

Como assistir?

Os astrônomos ressaltam a importância do cuidado na hora de observar o fenômeno, lembrando que não faz bem olhar direto para o Sol.

Sendo assim, a forma mais segura de assistir a pasagem do “Cometa da Páscoa” é pela internet, por meio das câmeras do Solar and Heliospheric Observatory (SOHO), um observatório espacial que monitora o Sol.

Com informações do Metrópoles

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