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Vandalismo

Atos de vandalismo provocam danos ao patrimônio público no Oeste Catarinense

Agustinho Menegatti, o prefeito em exercício, diz lamentar este tipo de atitude, que vai contra a cidadania

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• Atualizado

Foto: Prefeitura de São Lourenço do Oeste / divulgação
Foto: Prefeitura de São Lourenço do Oeste / divulgação

Após os crescentes atos de vandalismo na cidade, a Prefeitura de São Lourenço do Oeste, no oeste Catarinense, registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil nesta semana. As ocorrências são, em especial, em locais públicos. Foram registradas, por exemplo, pichações em praças, ginásios e, mais recentemente, nos pontos de ônibus.

Agustinho Menegatti, o prefeito em exercício, diz lamentar este tipo de atitude, que vai contra a cidadania. Além disso, ele afirma que a prefeitura está constantemente reparando os danos causados por atos de vandalismo, utilizando recursos que poderiam estar sendo empregados em melhorias para a cidade. “Pedimos ajuda da população para que cuide do patrimônio, que é de todos.”

Dessa forma, o cidadão que presenciar ou tiver conhecimento de alguma irregularidade, pode colaborar ligando gratuitamente para a prefeitura, no (49) 3344-8500, ou pela Ouvidoria pelo site www.saolourenco.sc.gov.br, e ainda com a Polícia Militar, pelo 190.

Outros casos

Outras cidades de Santa Catarina também sofrem com os atos ilícitos. Os casos são registrados em diversos locais, como Unidades de Pronto Atendimento (UPA), Postos de guarda-vidas, escolas, placas de sinalização entre outros.

Em 2020, a Prefeitura de Lages, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, acompanhou com apreensão alguns casos de vandalismo e furtos de itens básicos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 Horas), localizada no bairro Universitário, próximo à rodoviária Dom Honorato Piazzera.

Somente no mês de novembro daquele ano, ao menos dez assentos sanitários precisaram ser repostos nos banheiros, após a constatação de que esses objetos foram furtados do local. Outra situação flagrada foi o sumiço de refis dos porta-sabonetes e álcool em gel, sendo que algumas embalagens, ainda cheias, foram encontradas dentro das lixeiras.

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