ACI e Alesc lamentam morte de Miguel Gobbi
Gobbi ampliou a cobertura regional e fortaleceu o papel do jornalismo de Santa Catarina no Oeste
• Atualizado
A Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) manifestaram pesar pela morte do jornalista e empresário Miguel Ângelo Gobbi, ocorrida na quarta-feira (25), aos 81 anos. As entidades destacaram a contribuição histórica dele para o fortalecimento da imprensa do interior catarinense.
Gobbi morreu em decorrência de complicações de saúde. Presidente de honra da Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori/SC), ele esteve à frente da entidade por cerca de 25 anos. No período, liderou ações voltadas à organização e qualificação dos jornais do interior, ampliando a representatividade do segmento em Santa Catarina e no país.
Em nota, a Alesc ressaltou a atuação firme, ética e o comprometimento de Gobbi com os veículos de todas as regiões do Estado. “A sua atuação firme, ética e o comprometimento com os veículos de todas regiões do Estado deixa um legado de união, diálogo e valorização do jornalismo comunitário“, enfatiza a nota.
A ACI também enfatizou o papel do dirigente no fortalecimento do associativismo e na valorização do jornalismo comunitário. “[Gobbi] Desenvolveu ações para valorizar os profissionais da redação, incentivou o aperfeiçoamento técnico do setor e aproximou os veículos regionais do mercado publicitário, gerando oportunidades de crescimento para empresas e expansão do mercado de trabalho“, destacou em nota.
Fundador e editor-chefe do Jornal Folha do Oeste, o mais antigo impresso do Extremo Oeste catarinense, Miguel Ângelo Gobbi construiu sua trajetória em São Miguel do Oeste, onde se tornou uma das principais lideranças da comunicação regional.
Velório e cremação
A despedida aconteceu nesta quinta-feira (26), no Velório Ossel Jardim Avelino, em São Paulo. Após a cerimônia, o corpo foi encaminhado para cremação no Crematório Vila Alpina, também na capital paulista.
Gobbi deixa esposa, quatro filhos e seis netos. O legado, conforme destacaram as entidades, é de união, diálogo e defesa permanente da imprensa do interior.
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