Claudio Prisco Paraíso

Comentarista político no SCC SBT desde 2015, atuando nos dois jornais da emissora: SBT Meio-dia e SBT News. 


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Alianças

Vice de Amin, Dalírio Beber suplantou Leonel Pavan

O ex-senador Dalírio Beber será o candidato a vice na chapa de Amin

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• Atualizado

Foto: Divulgação/Redes Sociais
Foto: Divulgação/Redes Sociais

Como já era esperado, a Federação PSDB/Cidadania, definiu apoio à candidatura do senador Esperidião Amin (PP) ao governo. O progressista participou do final da reunião dos 11 convencionais das duas legendas. O ex-senador Dalírio Beber será o candidato a vice na chapa de Amin.

Ao Senado, a composição deve contar com o deputado Kennedy Nunes, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Dalírio suplantou internamente o ex-governador Leonel Pavan, que realmente desidratou em todas as frentes, inclusive nas hostes do tucanato. O candidato a vice foi escolhido por ser considerado de perfil bem mais leve do que Pavan.

Definida a vida

Na sexta-feira à noite (05) o Partido Liberal iria aclamar o senador Jorginho Mello como candidato ao PL, o 22 de Bolsonaro, ao governo.

Polícia

Uma delegada de Joinville será a vice e o empresário Jorge Seif Junior disputará o Senado.

Dúvida

A convenção do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) virou uma incógnita considerando-se o contexto nacional. Caso se confirme a candidatura de Ralf Zimmer Junior, teremos oito candidatos ao governo. E dez ao Senado, que este ano oferta uma única vaga.

Reflexos

Como a polarização do plano nacional irá influenciar em Santa Catarina ainda é uma incógnita. Ela vai prevalecer no Estado ao comando do Executivo? Pouco provável. Na disputa presidenciável, obviamente que sim.

Ringue

Será Bolsonaro x Lula. A chance de o presidente abrir uma bela frente sobre o petista é grande. Talvez não repita os 65% dos votos válidos no primeiro turno de 2018. Mas deve ficar acima dos 50%. Não cabe ainda falar ainda em segundo turno.

Onda ou marola

Na disputa pelo Executivo estadual, a grande incógnita é saber até que ponto Jair Bolsonaro terá capacidade de transferência de votos. Sobretudo no cotejamento com 2018.

Lembrar é viver

Naquele pleito, ele colocou quase 30 pontos percentuais para Moisés da Silva que era um ilustre desconhecido.
No round final, Bolsonaro elevou o atual governador a 70% dos sufrágios.

Migalha

Vale lembrar que Gelson Merisio fez 10 mil votos a mais no segundo turno em relação à votação conquistada no primeiro. A variável Bolsonaro em Santa Catarina será determinante para o pleito local.

Alinhamento

Se houver um grande percentual de transferência do presidente para o postulante estadual, sem dúvidas que o grande favorecido será o senador Jorginho Mello. Aqui como lá, o Partido Liberal vai de chapa pura. O general Braga Neto, o novo candidato a vice do presidente, é filiado ao partido.

Bolsonarista

O sucesso de Mello está atrelado ao desempenho do presidente entre os catarinenses.

Correndo por fora

Se a transferência não ocorrer, os outros nomes de centro-direita, Esperidião Amin e Gean Loureiro, passam a ter chances.

Esquerda, idem

No espectro canhoto, vale o raciocínio semelhante. Se Lula da Silva bater algo entre 25% a 30% dos votos poderá transferir percentual semelhante ao seu amigo, compadre e correligionário Décio Lima. Ao fim e ao cabo, Décio e Jorginho estão absolutamente atrelados à polarização federal para atingirem seus objetivos estaduais.

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