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Prisco Paraíso

Comentarista político no SCC SBT desde 2015, atuando nos dois jornais da emissora: SBT Meio-dia e SBT News. 

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Prisco Paraíso

Acordo nacional favorece Moisés

No plano nacional o PSDB, o MDB e o Cidadania estão praticamente fechados com vistas à disputa presidencial

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Acordo nacional favorece Moisés
Foto: Facebook Carlos Moisés | Reprodução

No plano nacional o PSDB, o MDB e o Cidadania estão praticamente fechados com vistas à disputa presidencial. Lembrando que os tucanos e o Cidadania formaram uma federação, aliança que deverá ser respeitada em todos os estados e por quatro anos. É uma coligação que vai para além das eleições e permanece dentro do Congresso Nacional, onde os federados têm que atuar como se fossem um partido único.

Em Santa Catarina, estas duas legendas (PSDB e Cidadania) estão com Moisés da Silva. O MDB tem seu pré-candidato, Antídio Lunelli. Não restam dúvidas, contudo, de que prevalecendo o acordo federal, a tendência é o fortalecimento de movimentos para levar o MDB a um acordo com o governador catarinense.

Senão vejamos, aqui prefeitos do PSDB estão alinhadíssimos com Moisés. A própria presidente do partido, Geovania de Sá, licenciada e candidata à reeleição, está com o governador. Ela é a única federal dos tucanos locais. Os deputados estaduais Vicente Caropreso e Marcos Vieira, idem. Geovania pode até disputar o Senado ou ser a opção de vice na hipótese de o MDB abrir mão de uma dessas posições. Isso, obviamente, se Antídio Lunelli também abrir mão de sua pré-candidatura.

Firme

Importante pontuar que não existem sinais de que Antídio vá abrir mão da candidatura. Muito pelo contrário. O contexto federal de seu partido, no entanto, poderá acabar fortalecendo as articulações daqueles que defendem que o MDB apoie Moisés da Silva.

Fogo alto

Esse acordão lá em cima, tratorando, fritando João Doria (PSDB) poderá exercer influência nos estados. O PSDB nacional está passando uma rasteira no ex-governador paulista. Estão pressionando para que ele desista. O presidente nacional do tucanato, Bruno Araújo, já comunicou que ele não terá recursos do fundo eleitoral se insistir na candidatura presidencial. Terá que buscar outros meios ou tirar dinheiro do próprio bolso (o que é muito pouco provável).

Fora do palanque

A fritura em fogo alto de João Doria agrada a Rodrigo Garcia, que assumiu a proa do Estado paulista a partir da renúncia de Doria e vai à reeleição. Garcia não quer o ex-governador em seu palanque. João Doria transformou-se no cabo eleitoral do prejuízo!

Vaidade

Só que Doria insiste e diz que não vai desistir apesar de seu próprio partido o rejeitar cabalmente.

Nome leve

Bruno Araújo, mais Roberto Freire e Baleia Rossi, presidentes, respectivamente, do Cidadania e do MDB, usaram dados de uma pesquisa para fazer a opção por Simone Tebet, senadora pelo Mato Grosso do Sul.

Desdobramentos

A conferir as reações do mister vaidade, João Doria, daqui pra frente. Outro aspecto a ser considerado neste contexto é a ligação que Antídio Lunelli, do MDB, tem com Jair Bolsonaro. Ele é do MDB bolsonarista. O jaraguaense apoiaria Simone Tebet caso ela seja mesmo definida como a candidata do tripé MDB, PSDB e Cidadania?

Com os tucanos

Antídio, aliás, esteve na sexta de manhã justamente com o maior líder tucano do estado atualmente, o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro. O líder emedebista disse a Salvaro que gostaria de ter o PSDB como aliado em Santa Catarina.

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