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Prisco Paraíso

Comentarista político no SCC SBT desde 2015, atuando nos dois jornais da emissora: SBT Meio-dia e SBT News. 

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Prisco Paraíso

O PT a cada ano que passa lança menos candidatos a governador país afora

Tudo para abrir o leque visando entendimentos com as demais siglas canhotas tupiniquins, como PSB, PSOL, PDT, PCdoB e por aí vai

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O PT a cada ano que passa lança menos candidatos a governador país afora
Foto: Reprodução/Site/Partido dos Trabalhadores

Canhotos e o PT
O PT, a cada ano que passa, lança menos candidatos a governador país afora. Tudo para abrir o leque visando entendimentos com as demais siglas canhotas tupiniquins, como PSB, PSOL, PDT, PCdoB, Cidadania e por aí vai.

Apesar da abertura, por enquanto não se observa movimentos consistentes nesta linha de entendimento esquerdista na província. Se o PDT realmente lançar a candidatura do ex-deputado Fernando Coruja ao governo, o PT poderia vir até apoiar o projeto.

Mas há o empecilho da ligação quase que umbilical entre o presidente estadual dos trabalhistas, Manoel Maneca Dias, e o presidenciável pedetista Ciro Gomes.

Contraponto à esquerda
O cereanse, aliás, vem batendo firme em Lula da Silva e no PT, quadro que pode complicar possíveis negociações com vistas a uma aliança em 2022 em terras catarinenses. Há outro componente nesta história. Os petistas locais são pilotados pelo ex-deputado Décio Lima, compadre de Lula da Silva.

Duas frentes
Neste contexto nacional e estadual, tudo indica que possa haver pelo menos duas frentes de esquerda na eleição de 2022.

Com Fernando Coruja retornando ao PDT num segmento e o ex-deputado Décio Lima colocando-se novamente como opção ao governo.

Fênix
A esquerda, que anda desmobilizada e minguou sobremaneira na eleição municipal de 2020, tenta ressuscitar a qualquer custo no vácuo da campanha sórdido de demonização de Jair Bolsonaro.

Para realmente lançar uma frente com força para figurar bem no pleito de 2022, a esquerda deveria se unir. Na batida atual, no entanto, o entendimento parece um horizonte bem distante.

Vacina Janssen
Nesta quinta-feira, 10, foi protocolado junto ao gabinete do Governador Carlos Moisés, e do Secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, um ofício de líderes políticos da Grande Florianópolis, solicitando a divisão das 104.400 doses da Janssen para as cidades da região, e não somente para a Capital, conforme sugere o Ministério da Saúde.

Assinam o documento os vice-prefeitos de Biguaçu, Alexandre Martins de Souza e de Antônio Carlos, Filipe Schmitz, e os vereadores de São José, Cryslan de Moraes, de Palhoça, Fábio Coelho; de Garopaba, Jean Ricardo; e de Paulo Lopes, Fernanda Leite.

Descaso com o Samu
O SIMESC encaminhou ofício ao secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, em que reforça a necessidade de melhorias urgentes no Samu em Santa Catarina.

Precariedade
No documento o Sindicato cita as condições precárias de trabalho, equipamentos sucateados, férias em atraso e reajustes na remuneração defasado há sete anos e encaminha relatos de algumas bases operacionais que confirmam as dificuldades de trabalho como falta de desfibrilador e monitorização adequada, bombas de infusão com defeito, ventilador sem manutenção, entre outros.


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