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Prisco Paraíso

Comentarista político no SCC SBT desde 2015, atuando nos dois jornais da emissora: SBT Meio-dia e SBT News. 

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Prisco Paraíso

Moisés fora do PSL

Governador Moisés da Silva já decidiu que não permanecerá no PSL, partido pelo qual se elegeu em 2018

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Moisés fora do PSL
Foto: Reprodução, Instagram

No mês de março do ano que vem teremos a janela para que detentores de mandato troquem de partido sem o risco de perderem a cadeira. Fora da janela, qualquer troca de endereço partidário está sujeita à reivindicação dos mandatos, pela vida judicial, por parte dos dirigentes das agremiações políticas.

Lá em março haverá grandes mudanças, considerando-se a perspectiva eleitoral. As convenções homologatórias estão marcadas para agosto, portanto, março será um mês decisivo de acomodação das peças no tabuleiro.

A começar pelo governador Moisés da Silva, que já decidiu que não permanecerá no PSL, partido pelo qual se elegeu em 2018. O Progressistas (PP) é o destino mais provável.

Ele poderia, sem dúvidas, buscar entendimentos com o PSD e PSDB.

Ninho eletrificado
No caso dos tucanos, existe a condicionante que atende pelo nome de Gelson Merisio. Se ele permanecer na sigla, o que não parece muito provável, o entendimento ganha contorno de missão quase impossível. O ex-deputado foi o adversário do governador no segundo turno do pleito de 2018, ainda filiado ao PSD.

Algoz do governador
Mais recentemente, Merisio fez inúmeros e agressivos movimentos de bastidores no sentido de cassar Moisés pelo processo de impeachment dos respiradores, o que acomodaria Daniela Reineher definitivamente na cadeira número 1 do estado.

Rota de colisão
Seu correligionário, Marcos Vieira, votou com o governador no processo de impeachment e segue fechado com Moisés da Silva. Ou seja, o clima para Merisio no ninho é dos mais delicados.

Composição
Assim como o PSD, o PSDB poderia indicar o vice de Moisés da Silva ou o pretendente ao Senado, caso o governador opte pela candidatura à reeleição e filiado ao Progressistas.

Tiroteio trabalhista
Mas não é só no entorno do governador que se observam mudanças. Nos últimos dias, o PDT estadual entrou em ebulição.

Dificuldade histórica
O PDT, aliás, é um partido que tem dificuldade de criar raízes. Tanto no Brasil como nos estados. É o caso de Santa Catarina, onde a sigla brizolista nunca cresceu muito. Por ser muito centralizadora em suas decisões e muito exigente no cumprimento dos preceitos partidários.
Características que ficaram explícitas na decisão do comando nacional pedetista, que decidiu, por unanimidade, expulsar a deputada estadual Paulinha da Silva, eleita para a Alesc em 2018 ao lado de Rodrigo Minotto.

Outro endereço
Ela, naturalmente, desistiu do partido. Está avaliando um novo abrigo em termos de acomodação partidária. Estuda assinar ficha no Podemos ou no MDB. Há, no entanto, outras legendas que abriram as portas à parlamentar.

Futuro e passado
O PDT inclusive poderá trazer de volta figuras que já têm história nas hostes trabalhistas. Como o ex-prefeito de Lages, ex-deputado estadual e federal, Fernando Agostini, o Coruja. Depois do PDT, ele migrou para o PPS, hoje Cidadania, e sempre teve atuação destacada na Câmara.

Serra e Vale
Assim como Serafim Venzon, que cumpriu mandato de federal pelo PDT, formando dupla partidária com o próprio Coruja. Dois médicos, filiados à época ao PDT, e cumprindo mandato na Câmara Federal. Um de Lages e outro de Brusque. Isso lá nos anos 1990.

Questão de data
O retorno dos dois à sigla brizolista está muito bem encaminhado. Coruja, aliás, é lembrado até para uma candidatura ao governo enquanto Venzon poderia buscar novo mandato de deputado. Se federal ou estadual, ainda não se sabe. Neste momento, só falta a data do ato partidário para os retornos de Coruja e Venzon ao partido.


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