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Fabio Schardong

Jornalista com 32 anos de profissão. Comunicador na Rádio Chapecó desde 2005.

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Chape e Chapecó

Reconstrução permanente

Com seus sete títulos estaduais e a ascensão nos cenários nacional e internacional são marcantes, a Chapecoense é orgulho para o Oeste.

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Reconstrução permanente
Foto: Chapecoense, divulgação

A Associação Chapecoense de Futebol, desde sempre, é o orgulho de quem mora no Oeste. Seus sete títulos estaduais e a ascensão nos cenários nacional e internacional são marcantes. Trata-se de uma história de superação.
As dificuldades, cada uma em seu tempo, sempre se apresentaram como quase intransponíveis e foram superadas. Uma a uma. Foi assim na época das vacas magras, de pires na mão para pedir dinheiro, como também no auge, vivido na temporada de 2016.

Tudo transcorria maravilhosamente bem naquele ano. Aí veio o fatídico 28 de novembro (a data oficial é essa, pois na Colômbia ainda era segunda-feira) e a punhalada certeira do destino. Dentre tantas adversidades, essa foi a maior. No ano seguinte, veio o título estadual, um marco na vida do clube. Nem seis meses após a tragédia, uma conquista. No entanto, título desse porte não dá dinheiro, ainda mais em Santa Catarina.

As finanças da Chape também precisam ser reconstruídas. Uma gestão catastrófica recente tem reflexos nos dias atuais. Salários atrasados, reordenação dos pagamentos das indenizações na Justiça decorrentes da queda do avião e um começo de 2020 ruim no âmbito esportivo estão, como em outras tantas vezes, sendo superados com vontade e dedicação.

A volta para o grupo de elite do futebol brasileiro é possível, em que pese a crise financeira e os mais de R$ 50 milhões de dívidas a curto e médio prazos.

Dois é pouco. Sete não é demais?

Chapecó tem mais de 220 mil habitantes. Chegou recentemente ao centenário (2017) com mais de duas centenas de milhar de moradores. A cidade tem 151.220 eleitores e sete candidatos a prefeito. É o maior numero já registrado. Lembrando que foram três na eleição passada e apenas dois na anterior, em 2012.

Ninguém é unânime e bem por isso não gosto de candidaturas de consenso. Dois candidatos para mais de 200 mil habitantes é muito pouco, como se fosse um plebiscito, onde escolhemos entre um ou outro. E sete, não é demais?  
Se a intenção de tantas candidaturas é apresentar um maior número de ideias e propostas, que o debate seja realmente rico. Não pode descambar para a agressão, para o “mais do mesmo”, nem para a conversa fiada. O jogo já começou e nem preciso dizer pra fazerem suas apostas. Que vençam a sensatez e as propostas viáveis, não as fantasiosas ou utópicas.

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